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		<title>Android ultrapassa Windows Mobile em smartphones</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 13:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os smartphones foram responsáveis por 17,5% das vendas mundiais de celulares no primeiro trimestre deste ano, de acordo com levantamento do Gartner. Segundo o instituto de pesquisas, dos 314,6 milhões de celulares vendidos entre janeiro e março, 54,3 milhões foram smartphones, o que representa uma alta de 48% na comparação com os 36,5 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os smartphones foram responsáveis por 17,5% das vendas mundiais de celulares no primeiro trimestre deste ano, de acordo com levantamento do Gartner. Segundo o instituto de pesquisas, dos 314,6 milhões de celulares vendidos entre janeiro e março, 54,3 milhões foram smartphones, o que representa uma alta de 48% na comparação com os 36,5 milhões de aparelhos vendidos no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O Gartnet apurou que, no primeiro trimestre, as vendas de smartphones equipados com Android, sistema operacional para celulares do Google, ultrapassaram pela primeira vez as de aparelhos equipados com o Windows Mobile, da Microsoft. O Android ficou com 9,6% de participação de mercado, em quarto lugar no ranking dos mais vendidos, deixando o Windows Mobile com 6,8%, na quinta posição. No primeiro trimestre do ano passado, o market share do Android e do Windows Mobile foi de 1,6% e 10,2%, respectivamente.</p>
<p>O sistema operacional mais vendido nos primeiros três meses do ano foi o Symbian, que ficou com 44,3% do mercado. Logo atrás vem o BlackBerry, da Research In Motion (RIM), com 19,4% de representatividade, seguido pelo iPhone OS, sistema operacional móvel da Apple, com market share de 15,4%.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, por mais que as posições no ranking tenham se mantido praticamente inalteradas em relação ao ano passado, no primeiro trimestre deste ano, as vendas se concentraram entre os aparelhos que rodam Android e o iPhone OS. Enquanto todos os sistemas operacionais viram sua participação mercado cair, em média, 40%, o sistema operacional do Google cresceu seis vezes de um ano para o outro, com 47% de participação de mercado.</p>
<p>via <a href="http://www.tiinside.com.br/19/05/2010/android-ultrapassa-windows-mobile-em-smartphones/ti/181855/news.aspx">Ti Inside</a>.</p>
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		<title>Gerenciando Serviços de TI com a ITIL</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 12:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Desenvolvimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post vamos falar um pouco sobre a ITIL (Information Technology Infrastructure Library). A ITIL é um modelo de boas práticas aplicadas no gerenciamento de serviços de TI.  É fruto da evolução de um processo que iniciou em 1983, com a necessidade do governo britânico em reunir as boas práticas em TI para que pudessem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post vamos falar um pouco sobre a ITIL (Information Technology Infrastructure Library). A ITIL é um modelo de boas práticas aplicadas no gerenciamento de serviços de TI.  É fruto da evolução de um processo que iniciou em 1983, com a necessidade do governo britânico em reunir as boas práticas em TI para que pudessem servir como referência nos procedimentos de TI do governo.  Posteriormente, verificou-se que essas boas práticas também seriam importantes no setor privado e então a ITIL rompeu as fronteiras inglesas.  De 1983 até os dias atuais muitas revisões já foram implantadas e hoje estamos falando da ITIL v3.</p>
<p>A ITIL, como o nome nos sugere, é uma biblioteca e a ITIL v3 é composta de 5 livros. Cada livro pode ser visto como uma grande fase no gerenciamento de TI, contendo diversos processos, atividades e papéis a serem coordenados.   A seguir, um pouco sobre cada um dos 5 livros:</p>
<p><strong>Estratégia de Serviço</strong>: nesta fase as grandes decisões são tomadas.  Aqui se identifica novas oportunidades, avalia-se custos,  riscos, retorno de investimentos e prioriza-se os serviços a serem desenvolvidos ou melhorados;</p>
<p><strong>Desenho de Serviço</strong>: neste estágio os serviços eleitos pela estratégia de serviço são  desenhados e desenvolvidos. São especificados os acordos de nível de serviço, definindo o escopo do serviço e expectativas do cliente;</p>
<p><strong>Transição de Serviço</strong>: é a fase responsável em colocar o serviço em produção, preocupando-se com que isso ocorra da forma mais leve possível, evitando transtornos no momento da migração;</p>
<p><strong>Operação de Serviço</strong>: estágio responsável por manter o serviço implantado em funcionamento, gerenciando/resolvendo os problemas que possam  vir a acontecer;</p>
<p><strong>Melhoria de Serviço Continuada</strong>:  esta fase procura por pontos a serem melhorados, focando na busca pela qualidade do que está sendo oferecido.</p>
<p>Cada um dos livros traz com detalhes as boas práticas relacionadas à respectiva fase que está sendo tratada.  Quando vamos aprendendo sobre a ITIL, naturalmente nós vamos avaliando e comparando como está nosso tratamento na empresa com relação ao processo/fase/livro que estamos estudando.  Como exemplo, podemos citar que na fase de Operação de Serviço, a ITIL cita a importância em se documentar os incidentes que venham a ocorrer, mantendo um histórico dos procedimentos seguidos para a solução do problema, servindo inclusive para consulta futura.  Trazendo para a WMW, vemos que o uso do sistema Situa (<a href="../../index.php?cod=situa">http://www.wmw.com.br/index.php?cod=situa</a>) no gerenciamento do relacionamento com o cliente  já se adapta a essa boa prática da ITIL.</p>
<p>A ITIL nos auxilia a organizar e manter sintonizados os processos e atividades envolvidas nos serviços de TI.  Dado que a ITIL é um modelo bastante respeitado e seguido por diversas organizações, não podemos deixar de voltar nossos olhos para ela e avaliarmos onde ela efetivamente pode nos ajudar.  No mínimo, ela nos faz refletir.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>Alexsandra Carvalho da Silva é Analista de Sistemas da WMW Systems e em 2010 completa 10 anos de W. É Mestre em Ciência da Computação pela UFSC e possui as certificações Sun Certified Java Programmer (SCJP) e Sun Certified Web Component Developer (SCWCD)</p>
<p>﻿</p>
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		<title>Atacadistas de cosméticos e perfumaria aderem à Nota Eletrônica em julho</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 19:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
				<category><![CDATA[Importante]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota  Fiscal Eletrônica para o comércio atacadista de cosméticos e produtos de  perfumaria passou a ser 1º de julho. A decisão foi tomada na última  reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz),  realizada em Roraima, em 26 de março, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota  Fiscal Eletrônica para o comércio atacadista de cosméticos e produtos de  perfumaria passou a ser 1º de julho. A decisão foi tomada na última  reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz),  realizada em Roraima, em 26 de março, em virtude de demanda do setor que  solicitou prazo maior para a transição. Inicialmente, o segmento seria  abrangido pela obrigatoriedade já neste mês de abril.<br />
A partir de 1º  de abril, cerca de 200 segmentos passaram a utilizar a NF-e,  complementando a incorporação à obrigatoriedade de cadeias importantes  como as do cigarro, combustíveis, alimentos, bebidas e têxteis, entre  outros. O diretor da Receita Estadual, Júlio César Grazziotin, destaca  que, durante este ano, a Nota Fiscal Eletrônica passa a ser obrigatória  para quase a totalidade dos contribuintes que utilizam este tipo de  documento. De acordo com o Protocolo ICMS 42, a maioria dos setores que  ainda podem utilizar a Nota Fiscal impressa modelo 1 ou 1-A serão  obrigados a efetivar a substituição por Nota Fiscal Eletrônica ao longo  dos meses de abril, julho e outubro deste ano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornalagora.com.br">http://www.jornalagora.com.br</a></p>
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		<title>Artigo: Trabalhando com Visões</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 08:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana vou mostrar um pouquinho sobre visões ou também conhecidas como Views, lembrando que nada que venho a colocar nesse blog é de minha invenção, o intuito desse post é trazer um pouco de conhecimento que venho adquirindo ao longo dos estudos com Microsoft SQL Server 2005. Vamos então ao que interessa.
Visões ou Views [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa semana vou mostrar um pouquinho sobre visões ou também conhecidas como <em>Views</em>, lembrando que nada que venho a colocar nesse blog é de minha invenção, o intuito desse post é trazer um pouco de conhecimento que venho adquirindo ao longo dos estudos com Microsoft SQL Server 2005. Vamos então ao que interessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Visões ou <em>Views</em> é conhecida como uma tabela virtual que é definida por uma consulta e utilizada como uma tabela. É semelhante a uma tabela, porem a tabela propriamente dita é armazenada na base dados e a <em>View</em> não, o que a <em>View</em> faz é simplesmente armazenar a instrução SQL no banco de dados, sem ter que a cada consulta ter que escrever todo o script novamente. Enganam-se quem pensa que <em>Views</em> trazem benefícios, ou melhor, desempenho para o banco de dados, pois a <em>View</em> é simplesmente um encapsulamento de uma  instrução SQL. O custo é o mesmo, pois internamente o SQL da <em>View</em> será executado como se fosse a própria instrução repassada. Em uma “grosseira” comparação com o mundo da Orientação a Objeto as <em>Views</em> seriam como os métodos <em>GET</em> não permitindo o acesso direto as complexas estruturas do banco.</p>
<p style="text-align: justify;">As <em>Views</em> também permitem algumas vezes uma maior segurança, pois você pode negar o acesso de um usuário a uma tabela, e conceder a ele somente a permissão da <em>View</em>. Assim como podemos limitar a visão apenas das colunas, podemos também limitar a visão de algumas linhas. Sem contar que a <em>View</em> fornece uma abordagem modularizada na resolução de problemas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-62"></span>Vamos a alguns detalhes mais técnicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Restrições:</p>
<p style="text-align: justify;">A clausula <em>Order by</em> não pode ser utilizada em uma <em>view</em>, a menos que exista um TOP ou FOR XML  na definição da consulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as consultas devem possuir nomes, e todos os nomes das colunas devem ser únicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções de Criação:</p>
<p style="text-align: justify;">Mostrarei algumas opções de criação das <em>Views</em> que em minha opinião e de muitos Dba’s certificados são muito importantes, porem raramente são utilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>SCHEMABINDING</em>: Liga o esquema da View com o esquema dos objetos relacionados, impedindo que esses sejam apagados ou alterados (nas colunas utilizadas).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>ENCRYTION</em>: Armazena de forma criptografada a definição da View, ao invés de um texto aberto, podemos visualizar o texto da View através do comando (sp_helptext nome_view). Lembrando que uma vez criptografada essa view não pode ter mais seu código aberto, então para modificar a view, você terá que dropar e depois recriá-la.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>WITH CHECK</em>: Impede um <em>insert </em>ou update que conflite com o filtro (clausula <em>WHERE</em>) da <em>View</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por hoje é isso, nas próximas postagens onde estarei falando sobre índices, vou comentar sobre o uso de <em>Views</em> indexadas e quais as vantagens e desvantagens de utilizá-las.  Espero que o conteúdo desse artigo possa servir para vocês em seu dia-a-dia. Obrigado.</p>
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		<title>Artigo: Smartphones tomarão o lugar dos computadores tradicionais no futuro?</title>
		<link>http://www.wmw.com.br/blog/?p=56</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 17:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há mais ou menos uma semana atrás, executivos da Google já haviam afirmado: Os desktops serão irrelevantes. Há muito se especula sobre o crescimento de notebooks sobre os antigos desktops, mas nunca se cogitou que smartphones fossem também virar “ameaça”. Agora o Google volta a cena para dizer que os smartphones são o futuro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há mais ou menos uma semana atrás, executivos da Google já haviam afirmado: Os desktops serão irrelevantes. Há muito se especula sobre o crescimento de notebooks sobre os antigos desktops, mas nunca se cogitou que smartphones fossem também virar “ameaça”. Agora o Google volta a cena para dizer que os smartphones são o futuro da computação. Eric Schmidt, CEO da Google, afirmou que os celulares-computadores (ou computadores-celulares?) estão transformando a internet e o modo como é utilizada.</p>
<p style="text-align: justify;">A gigante diz-se chocada com o crescimento e explosão da computação móvel e que esses dispositivos com certeza vencerão a batalha contra os computadores tradicionais, que já brigavam entre si (desktop e notebooks).</p>
<p style="text-align: justify;">A afirmação de Eric Schmidt explica exatamente os passos que o Google vem dando nos últimos tempos: Junto com a HTC, lançaram ano passado o Nexus One, smartphone com o sistema operacional Android, também da empresa. Os investimentos em tecnologia móvel da empresa estão cada vez mais visíveis. É interessante observar aqui, que não se pode dizer que o Google tem um foco bem definido, mas tem o mérito de fazer bem tudo o que faz.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-56"></span>É impossível falar de computação móvel, atualmente, sem mencionar Apple. A revolução da Apple com seu iPod e posteriormente o iPhone talvez sejam os grandes propulsores para essa explosão. Analisando o mercado de conexão móvel nos Estados Unidos, mais de 90% delas partem de aparelhos da Apple. E aqui vale lembrar que não só o iPhone faz parte desse grupo, mas o próprio iPod também passou a oferecer acesso a internet.</p>
<p style="text-align: justify;">É indiscutível que os produtos Apple há alguns anos vem sendo <em>trend settings</em>. E essa revolução que o Google anuncia, deve-se muito a Apple, e quando digo isso não quero ser injusto aos antigos PDAs.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltando a afirmação de Eric Schmidt, hoje, eu diria que tanto o smartphone quanto os notebooks ou desktops tem suas vantagens e finalidades, mas há 5 anos atrás eu nunca diria que poderia ter avisado vocês sobre esse post, postando um tweet do meu celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Bytes vem, bytes vão. A questão ainda fica.</p>
<p style="text-align: justify;">E você? Acha que os smartphones vão dominar o mercado de computadores algum dia? Comente!</p>
<p style="text-align: justify;">Marcos Marcon é responsável pela área de Marketing e Comunicação na WMW.</p>
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		<title>Artigo: A importância do backup em banco de dados.</title>
		<link>http://www.wmw.com.br/blog/?p=45</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[WMW]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa primeira postagem venho aqui mostrar um pouco sobre o banco de dados SQL SERVER 2005, e para esse primeiro assunto nada mais justo do que se falar  de algo tão importante como um backup, onde podemos através dessa forma garantir que por algum problema não percamos dados. Abaixo vou mostrar os tipos de backups [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa primeira postagem venho aqui mostrar um pouco sobre o banco de dados SQL SERVER 2005, e para esse primeiro assunto nada mais justo do que se falar  de algo tão importante como um backup, onde podemos através dessa forma garantir que por algum problema não percamos dados. Abaixo vou mostrar os tipos de backups existentes para o SQL SERVER 2005.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup Full: </strong>Têm como propósito realizar o backup todos os dados armazenados em um banco. Este tipo de backup leva todas as características e atributos do objeto do banco de dados.Quais são os passos que o database engine realiza para garantir o sucesso do backup.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-45"></span></p>
<p style="text-align: justify;">1)     O database engine trava o banco de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">2)      O acesso ao mesmo é proibido.</p>
<p style="text-align: justify;">3)     É estabelecida uma marca no log de transação onde indica que ali foi o ponto de inicio do backup.</p>
<p style="text-align: justify;">4)      Libera o banco de dados do lock.</p>
<p style="text-align: justify;">5)      É realizado backup de todas as paginas de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">6)      Trava o banco novamente não deixando nenhuma conexão ser feita.</p>
<p style="text-align: justify;">7)      Estabelece uma marca no log de transação.</p>
<p style="text-align: justify;">8)     Libera o banco do lock, e extrai e libera todas as transações existentes entre as duas marcas e adiciona o intervalo ao backup.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup Diferencial: </strong>Captura todas as modificações que tenham ocorrido desde o ultimo backup full, o maior propósito de um backup diferencial é reduzir o numero de transactions log’s backups que precisam ser restaurados em um processo de restore. O backup diferencial não é um backup incremental. Pois um backup incremental captura qualquer modificação que tenha ocorrido desde o ultimo backup incremental. Logo para realizar um restore de um backup incremental  precisa apenas de todos os backups incrementais. Um restore desse tipo de backup é feito da seguinte maneira: recupera-se o backup full, e por seguida todos os backups diferenciais até a data que se deseja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup de Log de Transação: </strong>Pode ser realizado somente em bancos que foram setados o modo de recovery para FULL ou BULK e que não tenham sofrido um mínimo de log’s transactions, só pode ser executado depois de um backup full. Esse backup grava só o que é obtido a partir do LSN. LSN (Log Sequence Number ), esse log é setado na execução do backup anterior, é uma marca que tem no arquivo de log onde me diz até a onde o backup anterior foi gravado. Significa que a partir dessa marca eu não tenho nenhum backup realizado. O restore desse método serve para que você possa restaurar o banco de dados a partir de um determinado ponto ou a partir de uma determinada hora. O restore de log pode ser aplicado dentro de um backup full ou ainda de um backup diferencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup de Filegroup: </strong>Esse backup é uma alternativa na estratégia de backup, ao invés de executar um backup de toda a base, você pode executar o backup de um único Filegroup, como podemos realizar o backup de partes do banco de dados, o recovery model precisa estar setado para FULL RECOVERY ou BULK RECOVERY.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup Espelho (mirrored): </strong>Consiste em duplicar o backup, ou seja, criar cópias adicionais do backup realizadas no local diferente que você esta realizando no primeiro backup. Como ter apenas um backup pode ser considerado um ponto de falha, o SQL SERVER 2005 inseriu a clausula no backup chamado de “MIRROR TO” lembrando que esse tipo de backup não esta disponível para o SQL SERVER Express, podemos também criar até quatro espelhos do backup. O único ponto a ser levado em consideração é que o lugar onde você precisa fazer o backup (fita, disco) precisa ser o mesmo dos espelhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Backup parcial: </strong>Esse tipo de backup é uma nova funcionalidade que foi inserida no SQL SERVER 2005, nas versões anteriores se tivéssemos filegroups que fossem read-only o backup continha esse arquivo dentro também. Já no SQL SERVER 2005 com a inserção da clausula “READY_WRITE_FILEGROUP” esse filegroup passa não ser mais backupeado, e assim nós diminuímos o tempo de backup e a quantidade de fitas usadas, fazendo assim que o backup engine se preocupe apenas com o que foi modificado. Para esse processo, o restore também é uma nova funcionalidade do SQL SERVER 2005, que permite que quando executamos um restore, o restante do database fique disponível, esse processo tira proveito dos filegroups exceto filegroup primário que possui um status independente do database. Outro processo de restore que não é muito comum é o de restaurar paginas corrompida. Em versões anteriores do SQL SERVER o corrompimento de uma pagina causava um erro no servidor e poderia deixar a base inteira como OFFLINE. No SQL SERVER 2005 criou-se um processo alternativo para a execução que é o PAGE_VERIFY_CHECKSUM, depois de habilitar a verificação no banco de dados através desse comando, qualquer pagina que se corrompa é colocada em quarentena, porem essa opção vem desabilitada por default, pois gera um overhead no servidor apesar de pequeno. Cada vez em que uma pagina precisa ser lida ou escrita no SQL SERVER 2005 o próprio SQL calcula um CHECKSUM para a pagina, se o CHECKSUM calculado não for igual ao anterior a pagina de dados esta corrompida e transação nesse caso sofre um rollback. O SQL SERVER 2005 tem uma opção de restore que mesmo que a fita do backup apresente erros em suas trilhas o restore é continuado, fazemos isso através do comando “WITH CONTINUE_AFTER_ERROR”, porem o SQL SERVER não garante que esses arquivos poderão ser usados futuramente. Outra opção que podemos utilizar para verificar se os nossos backups estão corretos, para isso o SQL SERVER prove o comando “RESTORE VERIFYONLY FROM caminho do arquivo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui termina minha primeira postagem, espero que o conteúdo da mesma possa ser utilizado por você no seu dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcos Freccia</strong> faz parte da equipe de Tecnologia e Suporte da WMW Systems.</p>
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		<title>Siga a WMW no Twitter!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Você vai ficar por dentro das novidades em aparelhos, como o Nexus One, primeiro smarphone da Google. Vai saber também das novas parcerias e revendas WMW na sua região. Novidades e informações importantes da nossa equipe de Suporte. Vai ficar por dentro das notícias e tendências do mercado de TI e mobilidade, além de acompanhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-36 aligncenter" title="twitter" src="http://www.wmw.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/twitter1.jpg" alt="" width="149" height="120" /></p>
<p style="text-align: justify;">Você vai ficar por dentro das novidades em aparelhos, como o Nexus One, primeiro smarphone da Google. Vai saber também das novas parcerias e revendas WMW na sua região. Novidades e informações importantes da nossa equipe de Suporte. Vai ficar por dentro das notícias e tendências do mercado de TI e mobilidade, além de acompanhar o dia-a-dia da WMW.</p>
<p>Siga! <a href="http://www.twitter.com/wmwsystems">http://www.twitter.com/wmwsystems</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Evento do setor Atacadista e Distribuidor acontece em RS</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Sul do país, a AGAD − Associação Gaúcha de Atacadistas e Distribuidores promove o VI CONVENDAS − Congresso Gaúcho de Vendas do Setor Atacadista Distribuidor, que será realizado em 24 de abril, em Porto Alegre. A entidade espera reunir na FIERGS mais de 1.700 participantes entre empresários gerentes, supervisores e vendedores, num evento focado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Sul do país, a AGAD − Associação Gaúcha de Atacadistas e Distribuidores promove o VI CONVENDAS − Congresso Gaúcho de Vendas do Setor Atacadista Distribuidor, que será realizado em 24 de abril, em Porto Alegre. A entidade espera reunir na FIERGS mais de 1.700 participantes entre empresários gerentes, supervisores e vendedores, num evento focado na busca da qualificação. Informações sobre como participar do VI CONVENDAS podem ser obtidas pelo telefone (51)3222-4338 ou no site www.agad.com.br.<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><strong><a href="http://www.agad.com.br/"></a></strong></span></p>
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		<title>WMW lança novo site</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 18:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo as tendências em design e gestão de conteúdo, a WMW lança novo site. Com imagem e layout totalmente reformulados, o site foi produzido com o intuito de refletir o planejamento da empresa para 2010. Com o slogan Nossa meta é fazer você alcançar as suas o site entra em sintonia com toda a comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Seguindo as tendências em design e gestão de conteúdo, a WMW lança novo site. Com imagem e layout totalmente reformulados, o site foi produzido com o intuito de refletir o planejamento da empresa para 2010. Com o slogan Nossa meta é fazer você alcançar as suas o site entra em sintonia com toda a comunicação da empresa − já em circulação − com materiais de mídia impressa e eletrônica. ″Neste projeto, quisemos auxiliar o usuário do site. As informações ficaram muito mais concisas, fáceis de localizar. A navegação ficou agradável″, destaca Marcos Marcon, Marketing e Comunicação da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">O site também estréia o blog da empresa, assim como o twitter.  <a href="http://www.twitter.com/wmwsystems">http://www.twitter.com/wmwsystems</a>.</p>
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		<title>Clientes WMW utilizam sistema web para solicitações</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 18:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WMW</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de Janeiro de 2010, a WMW Systems passou a utilizar o Situa (Software CRM que também faz parte do nosso catálogo de produtos, veja aqui), para gerenciar a abertura de chamados ou solicitações de clientes. Saiba mais sobre essa novidade, que promete facilitar a relação entre cliente e equipe de suporte, clicando aqui.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir de Janeiro de 2010, a WMW Systems passou a utilizar o Situa (Software CRM que também faz parte do nosso catálogo de produtos, veja aqui), para gerenciar a abertura de chamados ou solicitações de clientes. Saiba mais sobre essa novidade, que promete facilitar a relação entre cliente e equipe de suporte, clicando <a href="http://www.wmw.com.br/index.php?cod=situa" target="_self">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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